terça-feira, 26 de outubro de 2010

Você é um fardo na vida alheia?

Posted by O amor está na rede On 14:23 7 comments

Como as pessoas se lembram de você? Como sendo alguém bacana, fácil de lidar? Ou como um peso do qual as pessoas querem se livrar?

Muitas pessoas parecem extremamente sedutoras nas primeiras conversas. Outras, já mostram de cara seu verdadeiro comportamento, o que é ótimo para que seu interlocutor pule fora o mais rápido possível!

Chamo de "fardos" aquelas pessoas que, de alguma forma, só querem obter vantagens, extrair o máximo que puderem dos outros. Aquelas que entram num relacionamento achando que sua contribuição tende a zero e a do outro a 100%. Muito justas, não?

Tem muita gente assim, tanto homens, quanto mulheres. São pessoas que querem que o outro seja responsável por quase tudo: por cozinhar, cuidar da casa, pagar as contas (todas, inclusive de viagens e restaurantes caros), dar presentes, dirigir, dar o máximo de carinho e atenção possíveis e assim por diante. E não pense que só há mulheres assim. Há muitos homens também!

Fora isso, elas nunca (ou quase nunca) estão disponíveis para ajudar. Sempre têm um outro problema ou um outro compromisso no momento da ajuda. No entanto, se for para uma grande curtição, estão sempre disponíveis!

As pessoas que agem desta forma tendem a, cedo ou tarde, ficar sozinhas. Você quer isto para si? Aposto que nem estando de um lado, nem de outro!

Momento "pense nisso" de O amor está na rede!!!

7 comentários:

Muito bom o seu blog. Adorei o texto.
Já estou seguindo.

Eu me livro de gente "fardo". rsrs...

Beijos intensos,
Mikaela.

Olá !!!

Muito bom o texto !
Infelizmente o mundo está cheio destas pessoas que ainda não tomaram consciência de que agindo desta maneira, acabarão, como citado no texto, sozinhas e infelizes !
Creio que todos nós já lidamos com pessoas assim e me policio bastante para sempre crescer como pessoa e nunca agir deste modo tão fútil e desagradável.
Grande abraço !

Um outro lado, algumas vezes passamos por dificuldades que não sonhamos jamais enfrentar, porem, para familiares podemos ser um fardo mesmo! Isso é triste.

Agora, se ancorar nas costas dos outros... francamente, é lamentavel.

Olá minha coach querida!
Bem...graças a Deus o meu "escolhido" ou quem me escolheu...rsrs...(não necessariamente nessa ordem), é o contrário: uma leveza e suavidade em pessoa! Mas, devo admitir que por um bom período fui, sim, um fardo para ele. Histórias da vida que nos levam por caminhos malucos, mas que Graças a Deus e ao amor desse ser abençoado que entrou em minha vida, retomei o meu caminho e passei a dividir com ele todos os pesos naturais da vida... E assim seguimos nessa leveza que o amor permite (e como tem que ser!).
Porém, no convívio diário encontramos muitas pessoas que se tornam verdadeiros fardos! Mas, em minhas reflexões, aprendi a não culpá-las. Elas são assim e somos nós que as carregamos, talvez na insana missão de ajuda ao próximo, não sei... Hoje, amiga, estou leve e vou deixando os fardos para trás! Desculpa, mas se não aprendem um pouco das lições da vida, que fiquem estagnadas...a minha precisa seguir adiante, com a leveza que merece!
Grande beijo, minha linda! Como sempre, adorei!
Jackie

Legal ler os seus textos e de seus comentaristas.
Leveza de ser só se atinge amando e eu particu-larmente levei uma surra da vida na busca da Ver-
dade e hoje em dia me peo leve e lembor de uma tia que vivia dizendo prá quem quizesse ouvir para pegar leve.Oras bolas tão simples e deixo uma questão que aos poucos vou construindo uma bela resposta:
Por quê para alcançarmos a simplicidade passamos
pela complexidade? , já que compreendi que é na
simplicidade que se encontra o valor das coisas
e a beleza?
Beijos de mel com ♥

Sem dúvidas, Carlos! É na simplicidades que se encontra o valor e a beleza das coisas. Mas, geralmente, temos que apanhar um pouco (ou muito) da vida para conseguirmos enxergar o óbvio!
Às vezes, como a Jackie enfatizou, nós mesmos somos os fardos. A vida nem sempre é fácil e acabamos por carregar muitos problemas. O importante é perceber quando estamos passando dos limites e "alugando" o(s) outro(s). Ser um fardo por um tempo é algo que pode até ser normal. Mas devemos saber quando é hora de voltar ao ponto de equilíbrio, ajudando a reconstruir o equilíbrio de quem está ao nosso redor também.
E, quem não está acompanhado, deve fugir com todas as forças dos/as aproveitadores/as de plantão!
Obrigada por todos os comentários, pessoal!
Bjs

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